sábado, 5 de junho de 2010

Meio Ambiente



Quanto se produz de "LIXO"?

Segundo estudos de especialistas no assunto, no Brasil, cada pessoa produz de 1 a 10 quilogramas de "LIXO" por dia. Isso representa que se produz, em todo o país, por dia, de 198 milhões a 1,98 bilhões de quilogramas de "LIXO". Se contilnuarmos produzido apenas "LIXO"! no lugar de RECICLÁVEIS, onde iremos parar?

São Paulo, 5 de Junho de 2010, Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia.
VIVA A NATUREZA QUE O HOMEM QUER DESTRUIR!
Prof. Otoniel de Lima

ECOLOGIA



"LIXO" NÃO!, RECICLÁVEL SIM!

O que é "LIXO"?

"LIXO", na verdade é uma palavra que, a nossos ver, não deveria existir. Depende apenas do modo com o enxergamos as coisas. Se descartarmos algo que não mais necessitamos no meio ambiente, então produzimos "LIXO", porém, se esse mesmo objeto for encaminhado para RECICLAGEM, então, não produzimos "LIXO" e sim, RECICLAVÉIS, isto é, materiais que a indústria pode transformar em outro objeto que poderá ser utilizado novamente, alimentando toda cadeia produtiva que chamamos de SUSTENTÁVEL.
Por isso, cada vez mais, a palavra-chave é SUSTENTABILIDADE, que diante da destruição do meio ambiente, torna-se uma palavra revolucioária, juntamente com a palavra PAZ.
São Paulo, 5 de Junho de 2010, Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia
VIVA A NATUREZA QUE O HOMEM QUER DESTRUIR!
Prof. Otoniel de Lima.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

E São Paulo. Como Está?


Pois é, meus amigos, o gênio Angeli, como somente ele, retrata a situação em que se encontra a capital do estado de São Paulo.
Trata-se de uma imensa área no planalto paulista, considerada pelos especialistas uma das áreas urbanas mais densamente povoadas do planeta, sendo 11 milhões de habitantes somente no perímetro da capital, e um total de 22 milhões de pessoas considerando toda a região metropolitana. De cinco a seis milhões de vículos, somente na capital, daí você já imagina que o ar atmosférico pode ser visto, diariamente, sem nenhum esforço. É exatamente o que vemos nesse belíssimo trabalho de Angeli.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Natureza Agonizante Pede Socorro


O que vemos hoje em nossa casa, nosso planeta é o resultado da ação da sociedade humana, e aí leia-se, desenvolvimento dos Modos de Produção Econômico e Político criados pelo homem, desde o Modo de Produção Comunal Primitivo, passando pelo Modo de Produção Escravista, Modo de Produção Feudal, Modo de Produção Capitalista, atualmente dominante e experiências isoladas do Modo de Podução Socialista em alguns países.
Quero dizer com isso que a destruição da Natureza pelo homem teve início há cerca de cem mil anos no Modo de Pordução Comunal Primitivo, notadamente quando o homem dominou o fogo e ainda habitava as cavernas.
Essa destruição aumentou na proporção que as necessidades humanas eram resolvidas e outras surgiam, aumentando os conflitos, esgotando um Modo de Produção Econômico e Político, que logo dava lugar a outro.
Assim, gradativamente e de forma crescente, os ataques à Natureza foram sendo cometidos pelo ser humano, na caverna com o fogo, incêndios. No Escravismo, os incêndios e desmatamentos para estabelecer pastagens e agricultura. No Modo de Produção Feudal, o fogo em maior escala, a devastação das florestas e a atividade de mineração, principalmente para a obtenção de metais, o uso do fogo para preparar a terra para o plantio, a construção de barragens, a canalização de córregos e a retificação de rios para a irrigação de áreas agricultáveis, e o desmatamento indiscriminado para uso da madeira nas mais diversas áreas: moradias, celeiros, construção naval, pontes, etc; além disso o desmatamento para a queima de madeira no fabrico de carvão vegetal, sem falar na extinção de espécies vegetais e animais com a caça e pesca predaórias.
Já no Modo de Produção Capitalista, a devastação da Natureza é algo sem precedentes na história da humanidade.
A voracidade do capitalista em obter lucros cada vez maiores, agride violentamente o Meio Ambiente, desde as entranhas da Terra até as mais altas camadas da atmosfera e as profundezas dos oceanos.
Sua sanha em busca do lucro é de tal ordem, que não recua um só milímetro em seus processos danosos à Natrueza, mesmo tendo a certeza de que não restará pedra sobre pedra, isto é, ele se autocondenou à extinção.
O resultado nós conhecemos: o esgotamento dos recursos naturais do planeta, o desequilíbrio ambiental e a mudança climática, sendo este último, apontado pelos pesquisadores como irreversível. Portanto, o capital condenou várias espécies vivas à extinção, entre elas a nossa, a que ele próprio está incluído.
Por isso, aqui está a minha modesta contribuição: este espaço denominado CUIDEAGORA para defender a Natureza até onde for possível.
Prof. Otoniel de Lima